sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Hoje a minha cidade continha um sol tímido. Por isso as ténues sombras do que normalmente achamos que são pessoas, não estavam de acordo umas com as outras. Discutiam acaloradamente se a chuva que tem caído já era demais, ou pouquíssima. Foi então que o vento algo alvoroçado com a vozeirada, resolveu fazer das suas: levou tudo à sua frente. Não ficou vivalma a rir-se do acontecimento. Só as árvores da Praça Municipal, que ainda não têm folhas, hesitavam em aplaudir ou chorar por tão devastador pedaço de natureza. Riu-se a chuva do seu próprio reaparecimento...
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